sexta-feira, 9 de março de 2012

Em tempos de leão, instale os programas IRPF e Receitanet no seu Linux.


Instalando IRPF 2012 no Ubuntu


Mais uma vez, para nossa satisfação, os usuários Linux foram lembrados pela Receita Federal. Além do arquivo binário (.bin), tem-se a opção da instalação dos pacotes no formato Debian (.deb).

Para instalar os programas da declaração de IRPF 2012, acesse o site da Receita e baixe os arquivos de elaboração da declaração e de sua transmissão, no formato Debian.

Em seguida, abra o Terminal e acesse a pasta  Downloads (supondo que esta tenha sido a pasta de destino):

  • cd Downloads

Execute o dpkg para instalar os pacotes:

  • sudo dpkg -i irpf2012_1.0-0_all.deb 
  • sudo dpkg -i receitanet-1.01.deb

Caso haja algum problema de dependência (principalmente no ReceitaNet), execute:

  • sudo apt-get -f install

Pronto! Agora você pode acessar os softwares da Receita, acessando o terminal e digitando em seguida ‘irpf2012′ ou ‘receitanet’. (Ou a partir do menu de aplicações)

Observação: Cabe salientar que os programas da Receita funcionam normalmente com o OpenJava no Ubuntu 11.10, sendo desnecessária a instalação da versão proprietária da Oracle.

Fonte: Ubuntu Dicas - Dicas e Truques para iniciantes em linux e Ubuntu.  

segunda-feira, 5 de março de 2012

Matando processos pela linha de comando.. !! No Windows !!

Imagine só...

Você já é obrigado a esperar minutos até que seu Ruindows finalmente fique pronto para ser usado, afinal, tem que carregar o sistema, os seis anti-vírus, os três anti-spywares, os sete firewalls, e toda a parafernalha de "segurança", além disso, claro tem que carregar os drivers de placa de vídeo, som, impressora, scanner, relógio e outros montes de porcarias que o sistema não dá conta sozinho (Que falta faz o linux nessa hora né?), pois é, e ainda assim você ainda tem que aturar certos programinhas que alguém por algum motivo disse que são para "monitorar" o patrimônio e na sua empresa todo mundo acha lindo ter um dedo duro dizendo para a galera de TI o que você usa, qual a versão, como funciona, enfim, xeretando onde não se é chamado, principalmente quando você tem material confidencial que não deve ser acessado por outros engraçadinhos, mas claro o povo de TI do alto de sua magnificência jura por Deus que não está interessado nisso... 

Conversa.

Se você tem este tipo de problema, ou seja, tem um programinha chato, que não serve para nada além de ficar "dedurando" tudo o que você faz, e você como usuário limitado do windows (usuário tão bunda que não pode nem administrar suas tarefas de impressão se o Exmo. Senhor Administrador do Sistema não deixar), então utilize o comando abaixo... (Oh! Céus! Linha de comando no Windows! Que horror! Nããããããooo!!! - Pois é né? E dizem que isto acabou...)

taskkill -f -im fulano.exe

Ou então use um programinha .bat (Prefiro chamar de script...) tal como o abaixo, crie um link no menu "Iniciar-Todos os programas-Inicializar" para ele e deixe-o funcionar automaticamente.
@echo off
echo Fechando...
taskkill -f -im fulano.exe
exit
Só uma pequena nota: Para não aparecer aquela janela preta que só deveria existir no Linux, por quê usuários Windows não tem "janela preta", basta, no atalho criado, setá-lo para abrir como minimizado.

Mas se puder, nem use o Windows, afinal, 
Seja livre - Use Linux.

domingo, 4 de março de 2012

Obsolescência programada de produtos.


Novamente publico aqui matéria bem interessante e que pode nos fazer pensar no quesito, atualização...

Introdução Marcos é um funcionário de um escritório em Barcelona, na Espanha. Ele vai imprimir um texto digitado no Microsoft Word em sua impressora Epson. No meio da impressão, porém, o dispositivo para de funcionar e exibe uma mensagem de erro informando que uma peça da impressora falhou e que ele deverá leva-la a uma assistência técnica. Indo em três lojas diferentes, ele descobre que o conserto sairá por cerca de 110 ou 120 euros. Os próprios vendedores, então, sugerem a Marcos que ele desista de consertar sua impressora e adquira uma nova, que custa a partir de 39 euros. Esse é o começo do documentário “The Light Bulb Conspiracy”, dirigido pela cineasta Cosima Dannoritzer, que denuncia uma prática antiética, imoral e comum na indústria desde o início do século XX e que pode ser verificada de forma acentuada na Informática: a obsolescência programada: dispositivos que já saem da linha de produção programados para morrer.

Conforme cita o documentário, a prática da obsolescência programada iniciou-se formalmente na década de 1920, quando os principais fabricantes de lâmpadas se reuniram e formaram um cartel, acordando que a duração máxima dos dispositivos não deveria ultrapassar 1000 horas úteis. No final do século XIX, as lâmpadas criadas por Thomas Edson duravam cerca de 1500 horas e, pouco antes do acordo secreto ser firmado, elas costumavam passar de 2500. O filme exibe, até, uma lâmpada de alerta que está em uma sede do corpo de bombeiros nos EUA que permanece ligada ininterruptamente por mais de 100 anos! A prática foi formalmente adotada após a crise de 1929 quando os industriais descobriram que criar um produto que estragasse rápido movimentaria mais a economia do que criar um produto de qualidade que durasse várias décadas.

Basicamente existem três formas de se criar um produto programado para morrer: construindo-o com componentes de qualidade inferior, induzindo o consumidor a substituí-lo ou criando limitações artificiais.

Vários produtos eletrônicos – ou não – saem da linha de montagem com um prazo de validade informalmente pré-determinado. Isso é conseguido ao construí-lo com componentes de qualidade inferior que tendem a se deteriorar ou a causar mau funcionamento após um determinado tempo de utilização. O maior exemplo que temos em nosso país são os desktops e notebooks de alguns fabricantes que, durante seu período de garantia – geralmente de um ano – funcionam perfeitamente bem, mas uma vez findo este prazo, começam a apresentar defeitos dos mais variados tipos. Tais defeitos podem ser ocasionados pelo esgotamento da bateria CMOS ou pelo superaquecimento de um componente colocado em determinado local. Como sempre, muitas vezes o conserto não vale a pena, assim como não há provas formais de que tais práticas aconteçam de fato.

A segunda forma de obsolescência programada começou a ganhar força na década de 1950 e consiste em induzir o consumidor a substituir algum aparelho por outro mais moderno antes do necessário. O exemplo mais gritante são os aparelhos de televisão: vários consumidores estão simplesmente trocando suas televisões de tubo 4:3, que estão com “saúde total” e sem defeito algum, por outras widescreen, feitas de LED ou de LCD com capacidade de receber sinais em alta definição. Tudo isso, é claro, de forma totalmente desnecessária, pois o encerramento das transmissões analógicas ocorrerá apenas em 2016, um número mínimo de cidades recebe o sinal digital e a programação da maioria das emissoras de TV atualmente não é em alta definição. Na informática, também percebemos isso: gamers substituem placas de vídeo com 1 ou 2 anos de uso em perfeitas condições por outras para ficarem atualizados; quando vamos para o mundo mobile então, nem se fala: o HTC Nexus One, primeiro smartphone da Google com o sistema Android, lançado há apenas dois anos, já está totalmente ultrapassado e foi abandonado pela gigante, que não irá atualizá-lo para a versão 4. O mesmo pode ser dito dos iPhones 1 a 3 ou daqueles palmtops que eram sonho de consumo no final dos anos 90 e que, apesar de ainda poderem funcionar hoje, devem estar, na melhor das hipóteses, morrendo abandonados dentro de uma gaveta.


Mais presente no ramo dos softwares, os produtos podem se tornar obsoletos graças a limitações artificiais incluídas por seus próprios fabricantes. Vem à tona o exemplo do Microsoft Office: de 1995 até 2006, os programas da suíte tinham basicamente a mesma interface e o mesmo formato de arquivo. Isso fez com que muitas empresas – grandes e pequenas – permanecessem até esses dias usando a versão 97 da suíte. Em 2007, porém, a Microsoft resolveu mudar esse cenário e lançou a nova versão de seus programas de escritório. A primeira polêmica foi a interface totalmente diferente daquela a qual todos já sabiam usar, o que fez muitos usuários recusarem-se a fazer o upgrade. Para resolver esse empasse, veio a segunda polêmica: um novo formato de arquivo, baseado em XML, totalmente incompatível com as versões anteriores (exceto com o Office 2003 SP3) que era selecionado automaticamente na hora de salvar o documento. Essa limitação artificialmente criada pela Microsoft forçou seus clientes a lentamente migrarem para a nova versão da suíte e, quando todos já estavam se acostumando com ela, três anos depois a empresa lança uma nova versão, a 2010, que é praticamente a mesma versão 2007 só com uma interface ligeiramente melhorada, dois ou três novos recursos que quase ninguém sabe que existem e centenas de correções que também podem ser instaladas através dos service packs.

Vemos, portanto, que a obsolescência programada está presente e é marcante no âmbito informático através de várias práticas, muitas vezes imperceptíveis, da indústria.

Engana-se, porém, quem pensa que essa prática é monopólio das empresas de software proprietário: as distribuições de Linux são, possivelmente, as maiores apoiadoras da prática da obsolescência programada. Basta ver que, no início da década passada, se você instalasse uma distribuição que viesse com um ambiente gráfico X e uma nova versão desse ambiente fosse lançada, era possível atualizá-lo todo com, no máximo, alguns comandos. Hoje, porém, isso é praticamente impossível na maioria das distros mainstream que lançam uma nova versão a cada seis meses: o ambiente gráfico está tão enredado com o resto do sistema que tentar atualizá-lo para uma versão mais nova certamente seria sinônimo de dor de cabeça e de noites em claro. O melhor e mais fácil é, obviamente, atualizar o sistema inteiro para a nova versão, o que não é um grande problema para aqueles que têm uma boa conexão à Internet (É claro que existem projetos comunitários como o OpenSUSE Evergreen que tendem a estender o período de suporte das versões legadas, mas é a velha história do “por sua conta e risco”).

Finalmente, vemos que, independente de nossa vontade, somos levados por uma mão invisível a movimentar nossa economia, seja substituindo produtos que estragaram prematuramente ou simplesmente porque queremos algo mais moderno. Somos fantoches e a indústria da informática está aí para provar isso: nossos computadores atuais têm memória e velocidade de processamento restritos a grandes servidores de duas décadas atrás, mas os programas e sistemas operacionais que utilizamos ficaram cada vez mais pesados de tal forma que o tempo médio que demoramos para realizar uma tarefa comum na última versão de um software em um micro atual é próximo daquele que levaríamos para fazer a mesma coisa em uma versão de 15 ou 20 anos atrás do mesmo programa em um computador daquela época. Precisamos, porém, sermos consumidores conscientes e não nos deixar levar apenas pelo que as propagandas dizem. A propósito: Marcos encontrou uma pessoa na Internet que lhe forneceu auxílio para “consertar” sua impressora e continua usando-a.

por André Machado <andreferreiramachado em gmail.com>

Fonte:
http://j011yr0g3r.weebly.com/obsolecencia.html

sábado, 3 de março de 2012

Criando uma Rede Virtual Privada (VPN - Virtual Private Network) usando Hamachi + Ubuntu Linux + Hamachi-gui

Para jogar, bater papo, trocar arquivos com nossos amigos, muitas vezes temos receio de fazê-lo pela Internet apenas por razões de segurança.

Podemos então, criar uma rede virtual privada ou na sigla original em inglês (VPN - Virtual Private Network), sempre lembrando que o caso aqui não é o software para Windows, para isto o usuário pode baixar o programa a partir do baixaki e Instalar-next-next-finish e pronto o seu Hamachi já vai estar instalado e funcionando e compartilhando todos os problemas do Windows com seus amigos.

Volto a lembrar a todos que a configuração aqui é voltada para os usuários Linux, especialmente os das distribuições Ubuntu (10.04) e Xubuntu (11.10) e que sabem que para instalar alguma coisa no Linux, é algo mais complexo, mas muito mais eficiente e seguro do que o mundo Windows.

Primeiro, uma pequena descrição do Hamachi:

O Hamachi, organiza dois computadores ou mais conectando-os em uma rede virtual para comunicação direta e segura. O software é fácil, seguro, simples e gratuito, utilizando uma rede privada com arquitetura de segurança aberta e capacidade de compartilhamento sem precedentes de músicas, arquivos de impressora, dados e jogos.
Todas comunicações feitas pelo programa são codificadas com encriptação e autenticadas pela indústria de algoritmos e protocolos. Ninguém pode ver o que dois usuários conectados estão fazendo, nem mesmo os desenvolvedores do software.
Sua opções são simples, intuitivas e funcionais, permitindo acesso rápido a tudo que você precisa.

Instalação do Hamachi no Linux Ubuntu:

Para instalar, primeiro baixe o programa, em seu site ( http://files.hamachi.cc/linux/hamachi-0.9.9.9-20-lnx.tar.gz ) descompacte o arquivo em uma pasta de sua preferência. Em seguida, abra um terminal e entre na pasta que você acabou de descompactar (para isso use o comando cd).

Uma vez dentro da pasta, digite os comandos:
$ sudo make install
$ sudo tuncfg

Até aqui, qualquer tutorial de instalação do Hamachi é igual, entretanto para que ele funcione no Ubuntu, você deve executar também os passos abaixo:

Obtenha o seguinte pacote:
 $ sudo apt-get install upx-ucl

Vá a pasta abaixo:
 $ cd /usr/bin

Depois execute o comando a seguir:
 $ sudo upx -d hamachi

E esse aqui para cada conta de usuário
 $ hamachi-init

Pronto o Hamachi finalmente está pronto para usar, só que em modo texto.


Instalação do Ambiente Gráfico para o Hamachi:

Agora que o Hamachi já está pronto e configurado, vamos instalar o seu ambiente gráfico, muito útil para quem vem do mundo Windows ou usuários como eu que, apesar de usar o modo texto, também apreciam a praticidade do modo visual.

Há vários frontends que podem ser instalados, mas o de instalação mais simples e rápida é o Hamachi-gui.

Baixe a versão que melhor se adaptar ao seu ubuntu no site do próprio Hamachi no source forge ( http://hamachi-gui.sourceforge.net/download.html ) no meu caso foi a hamachi-gui_0.9.5-0_i386-hardy.deb

No terminal execute:
$ sudo dpkg -i hamachi-gui_0.8.1-0_i386-hardy.deb  

Então é só procurar em seu menu Aplicativos-Internet e ele estará lá disponível.


Resumo dos comandos do Hamachi

Para quem for utilizar o Hamachi em modo texto, vai aqui uma pequena lista dos comandos mais usados do programa.

Para ativar o Hamachi:
$ hamachi start

Para ver a ajuda:
$ hamachi ?

Para alterar seu nick:
$ hamachi set-nick

Para fazer login com o hamachi:
$ hamachi login

Para criar uma rede:
$ hamachi create

Para acessar uma rede:
$ hamachi join

Para ficar online ou offline na rede:
$ hamachi go-online
$ hamachi go-offline

Obtendo os nicks e os “IPs” aos quais você está conectado:
$ hamachi get-nicks
$ hamachi list

Parando o hamachi:
$ hamachi stop


Facilidades deste Blog 
Disponibilizei na seção ao lado o download de todos os pacotes para facilitar as coisas. Basta clicar em Hamachi_Ubuntu_gui e baixar os pacotes em um arquivo zip. (Pacotes gui: i386, 64 e o Hamachi propriamente dito), ou clique aqui.
 
Fontes/Créditos: 

a. Baixaki - Artigo: Crie uma rede virtual entre dois computadores pela Internet permitindo que arquivos sejam compartilhados: http://www.baixaki.com.br/linux/download/hamachi.htm#ixzz1o6E8EFMW

b. Rairo's Web Blog - Ubuntu: Instalando o Hamachi (vpn): http://rairo.wordpress.com/2009/01/16/ubuntu-instalando-o-hamachi-vpn/

c. Jogos via Internet em 2 minutos com Hamachi (pt_BR): http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=4639&pagina=2

Seja Livre - Use Linux

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Winks para o aMSN

Muitos posts atrás publiquei como fazer para configurar o seu aMSN rodar winks, mas esqueci de publicar um pacote de winks para serem usados.

Para isto, basta clicar e baixar os winks no link abaixo:

http://nq6.studio.googlepages.com/aMSNWinks.rar