Você tem saudades de jogar os clássicos Doom, Doom2, Heretic, Hexen? Tem
dificuldades para rodar estes jogos em seu sistema sem emulação?
Gostaria que tivessem renderização 3D? Seus problemas acabaram, baixe o
Doomsday Engine e rode seus jogos favoritos com todos os recursos que os
novos sistemas operacionais possuem!
Muito bom mesmo! Rodei
em meu Linux e funcionou muito legal! Você que tem aquele outro
sisteminha, não tenha medo, tem uma versão para suas grades também, viu.
Baixe do site: http://dengine.net/
sábado, 18 de janeiro de 2014
Jogos do PS1 (playstation) no Ubuntu com dualshock
Este post pode ser encontrado no endereço abaixo e ensina a configurar o seu PC para rodar os jogos do Playstation que, em sua grande maioria, são muito bons.
Vale a pena conferir: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Jogos-de-PS1-no-GNULinux-com-Dualshock-3/
Seja livre use seus jogos favoritos do PS1 no Linux!
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Impressões de um Usuário Linux ao usar o Windows 8.
Custei a ter que usar, mas como todo bom usuário Linux, a gente sempre dá uma mãozinha aos pobres usuários do "outro" sistema.
Como já conheço os Windows desde as primeiras versões me aventurei a instalar o LibreOffice no Notebook novo de uma amiga, logicamente não poderia cobrar nada, afinal, filosofia, estas coisas... Imaginei que o Windows 8 não fosse assim tão diferente, pelo menos no trato da interface com o usuário, enfim, não me enganei e pior até me decepcionei.
A primeira coisa que notei foi que o tempo de inicialização do sistema é muito similar ao do Windows 7 e nada de tão rápido assim como foi alardeado... E tem outra, cá para nós, que coisa horrorosa a nova identidade visual desta coisa!! Uma tela cor de abóbora desbotada com uma figurinha disforme como foto do usuário (já sei... dá pra mudar...) mas de qualquer forma a primeira impressão não é a que fica? Para mim, FEIO.
Aí entra a tal tela cheia de retângulos muito disposta a dispersar você do que é realmente importante... Mas aí pluguei a pen na USB e legal, funcionou. Ele entrou na "Área de Trabalho" que tem a mesma cara do Win7 só que sem o menu iniciar e funcionou como se espera de um Windows... Instalar, avançar... avançar... Finalizar... Simples e rápido, para o Windows. Aí comecei a ter problemas...
A área de trabalho estava lá, o software instalado e... Como eu volto para a tela inicial???? Não havia instruções, atalhos ou quaisquer indicações visuais claras de como usar o sistema, nem lembrei de usar a famigerada tecla Win... Mandei um alt+f4 e ele perguntou se eu queria desligar... Como tudo no Windows você tem que reiniciar, dei um Ok aí ele reiniciou. Durante o boot lembrei da tecla Win então, depois experimentei e lá estava a tela inicial... Então... Ah sim... A tela inicial é um mero menu Iniciar visto de uma forma menos inteligente e com mais poluição visual... Mas é o mesmo, apenas com um monte de lixo a mais, por isso, acho, tem tantas opções... tanto lixo.
Depois de começar a achar os ícones de configuração, compartilhamento (mesmo? até o sistema? Lógico que não...) é que realmente entendi o funcionamento do Windows 8. Eles tiraram o iniciar transformaram ele em uma grade (janela / grades... hum...) mais dinâmica, onde você pode acessar uma infinidade de itens absolutamente inúteis e o que é produtivo, ou seja programas e outros, também estão ali, mas um pouco mais escondido, por que ícones devem ser feios para a Microsoft que resolveu que retângulos de cores sem graça e informações sem sentido são mais bonitinhos e é o que o usuário quer... Se ele não quiser que se dane, ele tem mais é que aceitar mesmo...
Enfim, o que eu quero dizer é que a Microsoft mal alterou o sistema, tenho absoluta certeza de que a maior parte do sistema é a mesma do Win7, mas apenas com penduricalhos visuais inúteis substituindo o menu Iniciar de uma forma desajeitada e pouco prática. De resto, funciona normalmente como já funcionava no Win 7...
_________________________________
Agora, se você quer ter liberdade de fazer o que você QUISER e não o que o seu sistema diz, então...
Seja Livre. Use Linux.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Software Livre na Educação? SIM!! E deveria ser obrigatório. Veja aqui o porquê.
Este post foi publicado pelo próprio Richard Stallman no site oficial do projeto GNU.
Existem razões gerais pelas quais todos os usuários de computador devem
insistir em software livre: ele dá aos usuários a liberdade de controlar
seus próprios computadores — com software proprietário, o computador faz o
que o dono do software quer, não o que o usuário quer. O software livre
também dá aos usuários a liberdade de cooperar uns com os outros e levar a
vida com retidão. Essas razões se aplicam às escolas, assim como a qualquer
pessoa. O propósito deste artigo é expor razões adicionais que se aplicam
especificamente à educação.
Atividades educacionais (incluindo escolas) têm o dever de ensinar apenas software livre.
Aqui estão os motivos.
Em primeiro lugar, o software livre pode poupar dinheiro às escolas. Ele
proporciona às escolas, como a outros usuários, a liberdade de copiar e
redistribuir o software; então, o sistema escolar pode fazer cópias para
todos os computadores que possui. Em países pobres, isso pode ajudar a
acabar com a exclusão digital.
Essa razão óbvia, embora importante em termos práticos, é um tanto
superficial. Desenvolvedores de software proprietário podem eliminá-la ao
doar cópias às escolas. (Aviso: uma escola que aceita tal oferta pode ter
que pagar para atualizar o software mais tarde.) Então vejamos as razões
mais profundas.
Escolas têm uma missão social: ensinar seus alunos a serem cidadãos de uma
sociedade forte, capaz, independente, cooperativa e livre. Elas devem
promover o uso de software livre, do mesmo modo como promovem a
reciclagem. Se as escolas ensinarem software livre, os alunos tenderão a
usá-lo depois de se graduar. Isso ajudará a sociedade como um todo a escapar
do domínio (e abuso) das megacorporações.
O que as escolas devem se recusar a ensinar é a dependência. Essas
corporações oferecem amostras grátis a escolas pela mesma razão que algumas
companhias de tabaco distribuem cigarros grátis a menores: para que as
crianças se viciem(1) . Eles não darão descontos a
esses estudantes quando adultos e graduados.
O software livre permite aos estudantes que aprendam como o software
funciona. Alguns estudantes, quando chegam à adolescência, querem aprender
tudo o que podem sobre computadores e software. Têm uma curiosidade intensa
de ler o código fonte dos programas que eles usam todos os dias. Para
aprender a escrever bom código, os estudantes precisam ler e escrever muito
código. Eles precisam ler e entender programas reais e que as pessoas de
fato usem. Somente o software livre permite isso.
O software proprietário rejeita a sede de conhecimento dos estudantes. Ele
diz: “O conhecimento que você deseja é secreto — aprender é proibido!” O
software livre encoraja todos a aprender. A comunidade do software livre
rejeita o “sacerdócio da tecnologia”, que mantém o público geral ignorante
de como a tecnologia funciona; nós encorajamos estudantes de qualquer idade
e situação a ler o código fonte e aprender tanto quanto eles queiram
aprender. Escolas que usam software livre permitirão que estudantes com um
dom para programar avancem.
A razão mais profunda para se utilizar software livre nas escolas é a
educação moral. Nós esperamos que as escolas ensinem aos alunos fatos
básicos e habilidades úteis, mas seu trabalho não se limita a isso. O
trabalho mais fundamental das escolas é ensinar como ser um bom cidadão, o
que inclui o hábito de ajudar uns aos outros. Na área da computação, isso
significa ensinar as pessoas a compartilhar software. Escolas, começando
pelo berçário, devem ensinar a seus pupilos que “se você traz software para
a escola, você deve compartilhá-lo com seus colegas. E você deve mostrar o
código fonte à turma, caso alguém queira aprender.”
Naturalmente, a escola deve praticar aquilo que prega: todo software
instalado pela escola deve estar disponível para que os estudantes copiem,
levem para casa e passem para frente.
Ensinar os estudantes a usar software livre e a participar na comunidade do
software livre é uma lição cívica levada à prática. Isso também ensina aos
alunos a se espelhar no serviço público ao invés de nos magnatas. Todos os
níveis da educação devem usar software livre.
- Em 2002, a companhia de tabaco RJ Reynolds foi multada em 15 milhões de dólares por distribuir amostras grátis de cigarros em eventos frequentados por crianças. Veja http://www.bbc.co.uk/worldservice/sci_tech/features/health/tobaccotrial/usa.htm.
(Richard Stallman - Projeto GNU)
Post publicado em: http://www.gnu.org/education/edu-schools.pt-br.html
sábado, 28 de dezembro de 2013
Acessando tabelas paradox no Lazarus tpdx
Esta semana deparei com a seguinte situação:
Um sistema antigo, feito para Windows com base de dados Paradox (.db)
O que fazer? Bem verifiquei e o Linux não possui acesso nativamente ou automaticamente atualizado, afinal o Paradox não lá este sucesso todo, tal qual o Dbase, por exemplo.
Como o caso era refazer o desenvolvimento da aplicação agora em Lazarus
deveria ter uma forma de manter os dados... São algumas centenas de tabelas o que não compensa a edição ou criação manual delas. Elas já estão todas populadas e ninguém quer redigitar dados que já estão lá.
Um script até poderia resolver, transformar tudo em tabelas do PostgreSQL, mas daria bastante trabalho para automatizar...
A solução mais simples foi a instalação no LAZARUS da biblioteca para acesso aos dados paradox. O tPdox disponível e livre no Sourceforge.
http://sourceforge.net/projects/tpdx/
Basta baixar, abrir o pacote lpk, compilar e instalar.
Agora você já poderá acessar diretamente as tabelas através da aba de Data Acess do Lazarus.
Um sistema antigo, feito para Windows com base de dados Paradox (.db)
O que fazer? Bem verifiquei e o Linux não possui acesso nativamente ou automaticamente atualizado, afinal o Paradox não lá este sucesso todo, tal qual o Dbase, por exemplo.
Como o caso era refazer o desenvolvimento da aplicação agora em Lazarus
deveria ter uma forma de manter os dados... São algumas centenas de tabelas o que não compensa a edição ou criação manual delas. Elas já estão todas populadas e ninguém quer redigitar dados que já estão lá.
Um script até poderia resolver, transformar tudo em tabelas do PostgreSQL, mas daria bastante trabalho para automatizar...
A solução mais simples foi a instalação no LAZARUS da biblioteca para acesso aos dados paradox. O tPdox disponível e livre no Sourceforge.
http://sourceforge.net/projects/tpdx/
Basta baixar, abrir o pacote lpk, compilar e instalar.
Agora você já poderá acessar diretamente as tabelas através da aba de Data Acess do Lazarus.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Instalação do Linux (Ubuntu) junto ao Windows 8 com BIOS UEFI (Secure Boot)
Dual-boot UEFI :: Ubuntu e Windows 8
Como resolver este percalço em 10 passos.
Obs.: este procedimento foi feito num Dell Inspiron 14R 3550.
Segue os passos:
1. Crie um LiveUSB do Ubuntu (12.10 ou superior, mas ambos amd64) num pendrive.
2. Entre no setup do PC:
- Desligue o "SECURE BOOT";
- Ligue o "LEGACY MODE";
- Configure o boot para iniciar pelo pendrive;
- Salve as configurações e reinicie o PC.
3. Inicie a instalação do Ubuntu normalmente.
4. Na parte onde devemos escolher o tipo de instalação do Ubuntu, escolha: "Opção Avançada"
5. Agora, é necessário criar 4 partições:
/boot :: para instalação do boot do sistema:
- Tamanho: 250 a 300 MB
- Tipo: primária
- Tipo de sistema de arquivos: ext2
- Ponto de montagem: /boot
/ (raiz) :: para instalação do sistema:
- Tamanho: pelo menos 4,5 GB
- Tipo: Lógica
- Tipo de sistema de arquivos: ext4
- Ponto de montagem: /
/home :: para armazenar os arquivos pessoais (esta partição não é obrigatória):
- Tamanho: é contigo
- Tipo: Lógica
- Tipo de sistema de arquivos: ext4
- Ponto de montagem: /home
SWAP :: partição dedicada à memória virtual.
- Tamanho: metade do tamanho da RAM do PC
- Tipo: Lógica
- Tipo de sistema de arquivos: swap area
6. Depois de criadas as partições, é importante definir em qual delas será instalado o bootloader.
Para isto, na tela de particionamento, observe em qual partição foi instalado o "/boot" (/dev/sdax, onde x é o número correspondente).
Com isso, vá na parte inferior da mesma tela, em "Dispositivo no qual instalar o carregador de inicialização", e lá selecione a partição do "/boot" (/dev/sdax).
7. Avance com a instalação do Ubuntu até finaliza-la.
8. Ao terminar, o sistema irá reiniciar e não encontrará o gerenciador de boot e carregará o Windows.
Para sanar isto, será preciso dar boot novamente pelo pendrive com o LiveUSB e clicar em "Experimentar o Ubuntu". Lá, caso precise, configure sua rede para acessar a internet.
Abra uma janela do terminal (atalho de teclado: Ctrl+Alt+t) e instale o boot-repair:
$ sudo add-apt-repository ppa:yannubuntu/boot-repair
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install boot-repair
9. Depois de instalado, basta executar o boot-repair e clicar em "Recommended repair".
Se lhe for questionado:
"The boot of your PC is in Legacy mode. You may want to retry after changing it to EFI mode?"Responda: "YES"
Ele também irá solicitar que copie e cole alguns comandos no terminal, faça isso.
10. No final de todo o processo, reinicie o PC e o GRUB 2 deverá aparecer como gestor de boot.
Obs.: aqui, depois deste processo, voltei a desligar o "LEGACY MODE" e ligar o "SECURE BOOT", e tudo funciona perfeitamente.
Bom é isso! Espero ter contribuído e até uma próxima.
Autor: Publicado por Marcelo Stadtlober em 07/08/2013
http://www.vivaolinux.com.br/dica/Dual-boot-UEFI-Ubuntu-e-Windows-8
Referência: Dual Boot com Windows 8 e Ubuntu 12.10 + UEFI « Pplware
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Resumo: O que é Linux...
Há algum tempo me pedem para publicar um artigo geral sobre Linux, suas origens, algumas palavras sobre as principais distribuições, finalmente, sobrou um tempinho para isso... Tudo com sua bibliografia (no final). Lá vai...
O que é GNU/Linux?
Linux é um sistema operacional, programa responsável pelo funcionamento do computador, que faz a comunicação entre hardware (impressora, monitor, mouse, teclado) e software (aplicativos em geral). O conjunto de um kernel e demais programas responsáveis pela comunicação com este é o que denominamos sistema operacional. O kernel é o coração do Linux.
A história do GNU/Linux
O sistema Linux tem sua origem no Unix, um sistema operacional multitarefa e multiusuário que tem a vantagem de rodar em uma grande variedade de computadores.
Uma grande razão de sucesso é seu equilíbrio entre sua produtividade e portabilidade.
Ele é dividido em 2 partes, a 1ª é o kernel, que é o núcleo do sistema responsável pela comunicação com o hardware e o 2ª são os programas e serviços que dependem do kernel para interação.
1965 - A Bell Telephone Labs da AT&T, juntamente com a General Electric e o projeto MAC do MIT (Massachusetts Institute of Technology), desenvolvem o sistema operacional Multics.
1969 - Como o Multics não atinge seu propósito o Laboratório Bell saí do projeto.
Por causa de um jogo chamado Space Travel usado como passatempo durante o projeto Multics, dois engenheiros de software da AT&T, Ken Thompson e Dennis Richie, por não terem mais acesso ao sistema, resolveram portar o jogo para rodar em um computador PDP-7 que não era utilizado, desta forma implementaram um sistema operacional rudimentar chamado de Unics como trocadilho ao Multics. De alguma forma, a ortografia do nome tornou-se Unix.
1971 - O Unix é escrito para um computador PDP-11.
1973 - O Unix é reescrito em linguagem C pelo próprio criador da linguagem, Dennis Ritchie. O uso do Unix dentro da AT&T cresceu tanto que foi criado um grupo de suporte interno para o sistema, que cediam cópias do código fonte para fins educacionais em universidades.
Entre 1977 e 1982 a AT&T combinam várias versões do Unix de Ritchie e Thompsom em um único sistema chamado de Unix System III.
A Universidade de Berkeley (Califórnia), partindo de uma versão do Unix anterior ao System III, desenvolvia seu próprio Unix chamado de BSD (Berkeley Systems Division) e em 1978 lança uma versão para computadores VAX.
Bill Joy, um dos diretores do projeto BSD, mais tarde tornou-se fundador da Sun Microsystems, que comercializou outra variante do Unix SunOS para aprimorar suas estações de trabalho.
1983 - A AT&T percebendo o potencial comercial do Unix, iniciou a venda do System V comprometendo-se a dar suporte aos seus usuários.
1983 - Richard Stallman cientista do MIT lança o projeto GNU (GNU´s not Unix) que tinha a pretensão de criar um sistema operacional do tipo Unix gratuito, em função do desagravo de muitos programadores que haviam contribuído para o aprimoramento do Unix e consideravam injustos que a AT&T e outros se apropriassem do fruto deste trabalho.
1984 - O projeto GNU é iniciado oficialmente.
1985 - Para organizar o trabalho do projeto GNU, Stallman e outros criam a Free Software Foundation (FSF) uma corporação sem fins lucrativos que busca promover softwares gratuitos eliminando restrições à cópia, redistribuição estudo e modificação do mesmo formulando assim a licença GPL (GNU General Public License).
1989 - Um estudante finlandês chamado Linus Torvalds inicia um processo pessoal de aprimoramento do Kernel do Minix um sistema operacional do tipo Unix escrito por Andrew Tannenbaum, chamando esta vertente de Linux como abreviação de Linus´s Minix.
Depois de um certo tempo de trabalho, Linus envia a seguinte mensagem para o grupo de discussão comp.os.minix:
" Você sente saudade dos bons dias do minix-1.1, quando homens eram homens e escreviam seus próprios device drivers? Você está sem um bom projeto e morrendo de vontade de colocar as mãos em um sistema operacional o qual possa modificar de acordo com suas necessidades? Você acha frustante quando tudo funciona bem no Minix? Sem mais noites em claro para fazer com que um programa funcione? Então esta mensagem pode ser exatamente para você. :-)
Como eu mencionei há um mês, estou trabalhando em uma versão livre de um sistema operacional similar ao minix para computadores AT-386. Ele finalmente alcançou o estágio onde pode ser utilizado (ou não, dependendo do que você deseja), e eu estou disposto a colocar os fontes disponíveis para ampla distribuição. Ele está apenas na versão 0.02, mas eu tenho executado nele, sem problemas, programas como bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compress, etc. "
(Linus Torvalds)
1990 - A FSF já tinha obtido ou escrito vários componentes importantes do sistema operacional GNU, com exceção de um kernel.
1991 - Em 5 de outubro deste ano, Linus Torvalds anuncia a primeira versão oficial do Linux.
1992 - No início deste ano, o Linux se integra a GNU com o objetivo de produzir um sistema operacional completo.
Desde então, milhares de programadores e usuários espalhados pelo globo terrestre tem seguido os ideais de Richard Stallman e Linus Torvalds.
Distribuições Linux
Uma distribuição do Linux nada mais é que o conjunto de kernel, programas de sistema e aplicativos reunidos num único CD-ROM. Hoje em dia temos milhares de aplicativos para a plataforma Linux, onde cada empresa responsável por sua distribuição escolhe os aplicativos que deverão estar incluídos em seu CD-ROM.
Algumas distribuições Linux:
Red Hat - é uma distribuição de Linux muito conhecida, líder do mercado nos Estados Unidos, criada e mantida pela Red Hat.
Um grupo de programadores na Carolina do Norte decidiu tornar o Linux mais fácil para possibilitar às pessoas uma experiência mais tranquila com o mesmo. Como muitos grupos, seu objetivo era empacotar todos os bits necessários numa distribuição coerente, facilitando aos inexperientes o contato com o novo sistema operacional. No entanto. esta distribuição tinha uma característica distinta das demais. Em vez de ser uma cópia de um disco rígido que tivesse o Linux instalado, ou um conjunto de disquetes com partes diferentes do sistema operacional que podiam ser copiadas, esta distribuição foi baseada no conceito de pacotes.
Cada pacote fornece um pedaço diferente de software configurado, completamente testado e pronto para rodar. Se o usuário quiser instalar um novo programa, poderá carregar o pacote e instalá-lo, podendo imediatamente utilizá-lo. Se o usuário quiser remover algum programa, poderá removê-lo com um único comando. Este conceito ainda facilita as atualizações, uma vez que os pacotes são carregados de repositórios pré-configurados.
O desenvolvimento do Linux no mundo é muito rápido, provocando a geração de novas versões com frequência. Em outras distribuições, a actualização do software tornou-se complexa. Em uma atualização completa, normalmente o usuário teria que apagar tudo em seu disco rígido.
Desde a introdução do Red Hat Linux em 1994, o Linux e o Red Hat tiveram um crescimento muito grande. O suporte para "hardwares" se tornou mais sofisticado, e o número de usuários e empresas que passaram a usar o Linux cresceu ao redor do mundo.[carece de fontes]
O programa de instalação do Red Hat Linux pode ser executado em cerca de 15 minutos. Além dos pacotes de aplicativos (com a extensão RPM), há ainda um grande conjunto de ferramentas administrativas.
A distribuição Red Hat está atualmente voltada para o mercado empresarial. No entanto, mantém a sua vertente comunitária através do projeto Fedora Core, que é uma distribuição totalmente livre, gratuita, desenvolvida comunitariamente e que serve de base ao Red Hat Enterprise Linux
Slackware - Slackware Linux é o nome da mais antiga e conhecida distribuição GNU/Linux mantida ainda em evidência. Seu criador e responsável pela manutenção, Patrick Volkerding, estabelece uma meta de produção da distribuição baseada em simplicidade e estabilidade, alcançando o padrão de distribuição mais Unix-like ao manter seus usuários nas camadas de configuração em console de modo texto para uma total personalização do ambiente. Além de seu uso profissional, é considerado também como uma distribuição de nível acadêmico, mantendo uma vasta documentação atualizada em sua raiz, para os usuários que necessitem de maior conhecimento para dominá-lo.
O Slackware Linux é um sistema operacional computacional baseado em projetos oficiais de software livre, desenvolvido por pessoas espalhadas no mundo organizadas em comunidades e instituições, sendo a principal delas a FSF (Free Software Foundation) com seus projetos e licenciamentos GNU LGPL de software livre. Utiliza como cerne do sistema o projeto oficial da Linux Foundation, o kernel Linux.
O nome "Slackware" teve sugestiva origem da "The Church Of The SubGenius" (Igreja dos Sub-Gênios), por Patrick Volkerding, de onde idealiza-se o termo "SLACK" que, satírica e ironicamente, incorpora-se o "senso de liberdade, independência e originalidade para alcançar suas metas pessoais", onde traduziria bem a filosofia do sistema. O fato de Patrick Volkerding objetivar estabilidade e não trazer versões betas ou aplicativos ainda em testes, trouxe ao Slackware a aparente impressão de ser uma distribuição de lançamentos lentos em comparação as demais distribuições linux. Esta curiosa impressão podem ter ênfase no próprio nome da distribuição: "SLACKWARE", que significativamente se traduz "SLACK" como sendo "PREGUIÇA", e "WARE" como "PRODUTO", sendo interpretado como um produto de lapidação lenta. Mesmo após o lançamento de versões estáveis da distribuições, ao se instalar, as configurações do sistema são feitas diretamente nos documentos texto de configurações, modo preferido entre os usuários mais experientes.
Criada em meados de 1993, o Slackware Linux (ou simplesmente "Slack") tem como objetivo manter-se fiel aos padrões UNIX, mantendo-se bem estruturada e organizada para administradores e usuários, profissionais e acadêmicos, rejeitando ferramentas de configuração que escondam o real funcionamento do sistema adotando o princípio KISS (acrônimo em inglês de: Keep It Simple, Stupid - Faça isto simples, estúpido) de produção. Além disso, o Slackware é composto apenas do empacotamento de aplicativos em versões estáveis (diferente das versões betas e de pré-lançamentos, ainda em condições de testes), em especial nas suas versões intermediárias (o -current), e sem alterações feitas fora dos times oficiais de desenvolvedores.
Ao longo da história do Slackware, sempre houve distribuições e Live CDs baseados nele. Umas distribuições populares derivadas do Slackware, entre elas College Linux, GoblinX, SLAX, Vector Linux, JoLinux, Zenwalk, AliXe e Kate OS.
Debian - Debian é simultaneamente o nome de uma distribuição não comercial livre (gratuita e de código fonte aberto) de GNU/Linux (amplamente utilizada) e de um grupo de voluntários que o mantêm à volta do mundo. Uma vez que o Debian se baseia fortemente no projecto GNU, é usualmente chamado Debian GNU/Linux. O Debian é especialmente conhecido pelo seu sistema de gestão de pacotes, chamado APT, que permite: atualizações relativamente fáceis a partir de versões realmente antigas; instalações quase sem esforço de novos pacotes e remoções limpas dos pacotes antigos. Atualmente o Debian Stable se encontra na versão 7.0, codinome "Wheezy".
O Debian Stable procura sempre manter os pacotes mais estáveis, assim, ele mantém o Gnome 3 e o KDE 4.84 por padrão. O fato dele conter pacotes mais antigos, garantindo a estabilidade, é o grande foco para servidores.
O projecto Debian é mantido por doações através da organização sem fins lucrativos Software in the Public Interest(SPI).
O nome Debian vem dos nomes dos seus fundadores, Ian Murdock e de sua ex-mulher, Debra. A palavra "Debian" é pronunciada em Português como Débian.
Várias distribuições comerciais baseiam-se (ou basearam-se) no Debian, incluindo: Linspire (antigo Lindows),Xandros,Knoppix. Kurumin, BrDesktop e Ubuntu.
Está atualmente a decorrer trabalho para portar o Debian para outros núcleos livres para além do Linux, incluindo o Hurd e o kFreeBSD. Para já, no entanto, ainda é muito mais preciso descrever o Debian como uma "Distribuição GNU/Linux", sem mais qualificações.
Conectiva - A Conectiva foi uma companhia fundada em 28 de Agosto de 1995 em Curitiba, Paraná, Brasil, por um grupo de amigos, juntamente com Arnaldo Carvalho de Melo, que foi um pioneiro em distribuições Linux e softwares livres no Brasil e em toda a América Latina.
Além da distribuição Linux para o mercado da América Latina, a Conectiva desenvolveu uma série de produtos e outros serviços direcionados ao mercado de utilitários para softwares livres, incluindo livros, manuais, e softwares adicionais como o Linux Tools e suporte a toda a América Latina através de seus centros de serviços e parceiros.
A Conectiva também providenciou desenvolvimento, customização e serviços profissionalizantes em todo o mundo através de seu grupo de engenheiros de softwares livres. Este grupo tinha conhecimentos em, além de outras, as seguintes áreas: desenvolvimento do Kernel do Linux, drivers de dispositivos, desenvolvimento do XFree86 (uma implementação do X11, bibliotecas de interface gráfica e acesso às redes), de protocolos de internet, de firewalls, e clustering (técnica em que diversos computadores trabalham interligados para realizar a mesma tarefa conjuntamente), analise de desempenho e optimização, sistemas de arquivos e gerenciamento de recursos.
Em 24 de Janeiro de 2005 foi anunciado que a empresa MandrakeSoft tinha adquirido a Conectiva por 1,79 milhões de euros. Em 7 de Abril de 2005 a MandrakeSoft anunciou a mudança do nome da companhia para Mandriva e suas distribuições para o nome de Mandriva Linux (no Brasil, somente Mandriva).
Suse - “openSUSE” é um sistema operacional baseado no Linux, desenvolvida pela comunidade openSUSE de forma gratuita.
Após adquirir o SUSE Linux em janeiro de 2004, a Novell, uma empresa norte-americana que na década de 1980 ficou famosa por seu sistema operacional de rede (Netware), após o sucesso lançou o SUSE Linux Professional como um projeto 100% código livre, envolvendo a comunidade no processo de desenvolvimento.2
A versão inicial foi uma versão de teste do SUSE Linux 10.0. A sua versão estável corrente é o openSUSE 12.3.
openSUSE é dirigido pela comunidade openSUSE Project e patrocinada pela Novell, para desenvolver e manter os componentes do SUSE Linux distribuições.
Depois da aquisição do SUSE Linux, a Novell decidiu fazer da comunidade uma importante parte do processo de desenvolvimento.
Além da distribuição, o Projeto openSUSE provê um portal web para o envolvimento da comunidade. A comunidade colabora com o openSUSE em desenvolvimento com representantes da Novell contribuindo com códigos através do openSUSE Build Service, escrevendo documentação, desenhando artes graficas, criando discussões abertas em mailing lists e canais Internet Relay Chats (irc), assim como aprimorando o openSUSE através de wikis.
Como a maioria das distribuições Linux, o openSUSE inclui ambas Ambiente gráfico (padrão) e um poderoso Interpretador de comandos (opcional). Durante instalação, o usuário pode escolher dentre vários Ambiente gráficos e com focos diferentes: KDE (padrão), GNOME, LXDE e Xfce.
Fedora - Fedora antigamente chamado Fedora Core é um sistema operativo que tem por base o Linux, a distribuição Linux é completamente livre de custos para poder usufruir e partilhar. Foi criada pela Red Hat. Atualmente mantida pelo Projeto Fedora (Fedora Project). Sua instalação é semelhante a versão 9 do Red Hat, em computadores com mais de 1 GHz de processamento e 256 de MB de memória RAM, a instalação padrão demora cerca de 30 minutos. Depois da instalação o GNOME fica como gestor de desktop padrão, podendo ser mudado para o KDE, WindowMaker, XFCE e etc. Já vem com o browser Mozilla Firefox, com LibreOffice e suporte a diversos idiomas, além de uma grande diversidade de programas para servidores e desktops. Novas versões do Fedora são lançadas aproximadamente a cada 6 meses, tendo como padrão três versões-teste para validação e correção de defeitos, reportados através do sistema bugzilla do projeto.
Os usuários da versão Red Hat 9 estavam aguardando a versão 9.1 ou 10 da distribuição, mas na verdade a Red Hat estava com outros planos para a nova versão.
Esta distribuição era comercializada em caixas e disponível nas lojas. Quem assim o adquiria, procurava por mais recursos. Esta era a versão Enterprise Linux.
A Redhat decidiu focar o mundo corporativo com o Red Hat Enterprise Linux e descontinuou sua versão voltada para a comunidade, lançando o Projeto Fedora e registrando esta nova marca, desvinculando esta nova distribuição de suas marcas.1 Este novo projeto é movido pela comunidade onde estes acreditam em dar a outros a capacidade de seguirem a sua própria visão do que deve ser um Sistema operativo livre. Qualquer pessoa pode pegar no Fedora e alterá-lo, criando um novo produto com um novo nome. A Fedora até fornece as ferramentas no próprio Fedora. Aliás, o Fedora já é a base para derivados como o Red Hat Enterprise Linux, o One Laptop Per Child XO e o DVD Live de Conteúdos da Creative Commons.
O Fedora representa um conjunto de projetos patrocinados pela Red Hat e direcionados pelo Projeto Fedora. Estes projetos são desenvolvidos por uma imensa comunidade internacional de pessoas focadas em prover e manter as melhores iniciativas através dos padrões livres do software de fonte aberto.
A Distribuição GNU/Linux Fedora, projeto central do Projeto Fedora, é um sistema operacional baseado no Linux, sempre gratuito para ser usado, modificado e distribuído por qualquer pessoa.
Kurumin - Kurumin Linux foi uma distribuição Linux baseada no Knoppix e que mantém o mesmo sistema de detecção de hardware desta distribuição. Todavia, o Kurumin foi projetado para que fosse bem mais compacto, cabendo, assim, em suas versões iniciais, em um mini-CD de 80 mm.
Inicialmente o seu desenvolvedor, Carlos E. Morimoto, deu início ao projeto apenas para fins de uso pessoal; porém, ao anunciar a sua criação no seu site, muita gente demonstrou interesse pelo projeto, o que incentivou Morimoto a levar o projeto adiante. Segundo o site DistroWatch, Kurumin era a distribuição Linux mais popular no Brasil.1
O nome kurumin vêm da Língua tupi-guarani, onde "curumim" significa “menino”, “criança”, em uma alusão a uma distribuição Linux mais leve e simples, para iniciantes no sistema. A letra k no início da palavra é uma referência ao Knoppix. O logotipo do Kurumin é um pinguim com aspecto infantil: pequeno, simpático e mais magro do que o Tux, o pinguim que representa o Linux em si. Outras características notáveis são o cocar e suas cores, que representam a Bandeira do Brasil.
O Kurumin 7 foi oficialmente descontinuado no início de 2008. Houve uma tentativa de continuidade liderada por Leandro Soares, o Kurumin NG, que terminou de maneira tumultuada.
O Kurumin difere das outras distribuições por ser desenvolvido com foco na facilidade de uso. Ele roda diretamente a partir do CD, detectando o hardware da máquina e pode ser instalado rapidamente. Todos os scripts, ferramentas de configuração, menus, etc. são escritos diretamente em português do Brasil, ao invés de serem escritos em inglês e depois traduzidos. Isso faz com que tudo seja muito mais familiar.
Mandriva - Mandriva Linux é uma das maiores distribuições Linux da atualidade. Nasceu da fusão entre o antigo Mandrake Linux e a brasileira Conectiva.
A Empresa Francesa Mandriva dedica-se à distribuição e suporte do Sistema Operacional Mandriva Linux, tem sua sede administrativa em Paris e um centro de desenvolvimento em Curitiba no Brasil; o laboratório brasileiro recebe o nome de Mandriva Conectiva. A Mandriva também possui um escritório em San Diego, nos Estados Unidos. O Mandriva Linux conta também com um grande número de contribuidores pelo mundo e seu público-alvo engloba usuários iniciantes no mundo Linux assim como usuários mais experientes.
A empresa começou suas atividades em 7 de abril de 2005 ao juntar os ativos da empresa francesa Mandrake e a brasileira Conectiva SA. No mesmo ano, a Mandriva adquiriu também os ativos da Lycoris, responsável por outra distribuição Linux homônima, nos Estados Unidos, para usuários domésticos.
É distribuída através da licença GNU GPL e é possível baixar em imagens ISO, funcionando também como Live CD. A primeira versão foi baseada no Red Hat Linux, versão 5.1, e utiliza a interface gráfica KDE.
Knoppix - Knoppix é uma distribuição GNU/Linux baseado no Debian e gravado num CD de boot, dotado de um sistema de detecção automática de hardware, suporte para vários dispositivos gráficos, de som, SCSI, USB e outros periféricos. Ao arrancar com o CD do Knoppix o usuário não precisa instalar nada em seu disco rígido. Devido à sua descompressão, que acontece a partir do CD, estão disponíveis mais de 2 GB de aplicativos, desde aplicações de escritório eletrônico a ferramentas de sistema, o que permite usar um CD de Knoppix como uma demonstração do GNU/Linux, um CD educacional, um sistema de recuperação, ou adaptado e usado como plataforma para demonstração de aplicações.
O Knoppix foi um dos primeiros live cds de GNU/Linux e a partir dele surgiram vários projetos como o Kurumin que usou sua capacidade de rodar a partir do CD e o adaptou à realidade de usuários brasileiros e adicionou mais software e scripts de configuração.
Desde Abril de 2008, a partir da versão 4 até a 5.1.1, Knoppix foi dividido em uma edição "maxi" em DVD (com mais de 9 GiB de softwares), e uma edição "light" em CD, ambas desenvolvidas em paralelo.1 O KNOPPIX atual, versão 6.0.1 / ADRIANE 1.1 é uma versão em CD novamente, completamente refeita do zero. LXDE como o ambiente padrão de desktop e uma coleção de softwares muito menor, para acomodar-se facilmente em um único CD.
A história do Ubuntu
Ubuntu é um sistema operacional (português brasileiro) de código aberto, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Jane Silber).
O Ubuntu diferencia-se do Debian por ter versões lançadas semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos 9 meses seguintes ao lançamento de cada versão (as versões LTS – Long Term Support – para desktop recebem 5 anos de suporte, e para servidor recebem 5 anos de suporte), e pela filosofia em torno de sua concepção. A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. O sistema deve ser constituído principalmente por software livre. Deve também ser isento de qualquer taxa.
Os fãs do Ubuntu são conhecidos como "ubuntistas", "ubunteiros" ou "ubunteros". Atualmente, a página do Ubuntu no Distrowatch é segunda mais acessada (com base anual).1
Em 8 de julho de 2005, Mark Shuttleworth e a Canonical Ltd anunciaram a criação da Fundação Ubuntu e providenciaram um suporte inicial de US$ 10 milhões. A finalidade da fundação é garantir apoio e desenvolvimento a todas as versões posteriores à 5.10.
Denominação: O nome "Ubuntu" deriva do conceito sul africano de mesmo nome, diretamente traduzido como "humanidade com os outros" ou "sou o que sou pelo que nós somos".
“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível para outros, apoia os outros, não se sente ameaçada quando outros são capazes e bons, baseada em uma autoconfiança que vem do conhecimento que ele ou ela pertence a algo maior e é diminuída quando os outros são humilhados ou diminuídos, quando os outros são torturados ou oprimidos.”
(Arcebispo Desmond Tutu no livro "No Future Without Forgiveness" (em português: "Sem Perdão Não Há Futuro")
Esse nome busca passar a ideologia do projeto, baseada nas liberdades do software livre e no trabalho comunitário de desenvolvimento. O sistema é muito comumente chamado "Ubuntu Linux", porém, oficialmente a Canonical, desenvolvedora do sistema, usa apenas o nome "Ubuntu", uma vez que o sistema ao ser portado para outros núcleos livres para além do Linux recebe outros nomes (por exemplo, o Ubuntu implementado sobre o OpenSolaris recebe o nome de "Nexenta") - ao contrário do Debian, por exemplo, que recebe este nome independentemente do núcleo usado.
Uma nova versão do Ubuntu é lançada semestralmente, e cada lançamento tem um nome de código e um número de versão. O número de versão é baseado no ano e no mês de lançamento. Por exemplo o Ubuntu 4.10 foi lançado em outubro de 2004, na data: mês 10, ano 2004. Abaixo está uma lista dos lançamentos anteriores e os lançamentos planejados. A partir da versão 13.04 em diante, o suporte em versões não-LTS foi alterado de 18 para 9 meses.
O Ubuntu contou durante o primeiro semestre de 2007 com situações de migração ou adopção por parte de organizações e entidades de renome. O fabricante internacional de equipamento informático Dell que adotou, em maio, o Ubuntu como o sistema operativo de código aberto seleccionado para equipar os seus computadores desktop e notebook destinados aos usuários finais67 68 ; e o anterior anúncio, em Março, por parte do Parlamento francês de que em Junho de 2007 daria início à migração de toda a sua rede informática (máquinas clientes e servidores, num total de cerca de 1.154 máquinas) para o Ubuntu, com ênfase no uso da suite OpenOffice e do browser Firefox por parte dos utilizadores do Parlamento (577 Deputados).
Segundo estimativas o Ubuntu, em abril de 2009, já possuiria mais de 100 milhões de usuários.
Fontes:
História do GNU/Linux: 1965 assim tudo começou! (Viva o Linux)
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Historia-do-GNU-Linux-1965-assim-tudo-comecou/?pagina=1
O que é GNU/Linux (Viva o Linux)
http://www.vivaolinux.com.br/linux/
História do Linux (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Linux
RedHat Linux (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Red_Hat_Linux
Slackware Linux (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Slackware_Linux
Debian Linux (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Debian
Conectiva (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Conectiva
SuSe (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Suse
Fedora (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fedora_Linux
Kurumin (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kurumin
Mandriva (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mandriva_Linux
Knoppix (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Knoppix
Ubuntu
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu (Wikipedia – A enciclopédia livre)
http://www.ubuntu-br.org/
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