sábado, 29 de março de 2014

Cotas raciais (ou RACISTAS?) no Brasil. Uma afronta à sociedade como um todo.

Brancos fingindo, por aí, que são negros para fazer universidade? Oh!!!


Talvez seja por que quando se tem um sistema de cotas racista, pessoas não beneficiadas pelas condições racistas se sentem um pouco discriminadas... 

Ou, quem sabe, é por que as exigências para se fazer uma faculdade sendo da cor certa sejam menos rígidas. 

Ou seja, se você NASCE da cor errada você tem mais dificuldades para fazer uma faculdade de qualidade, tem mais dificuldades de passar em concurso para servidor público, enfim, você tem a cor errada, você é discriminado, sua cor define se você é ou não da raça certa para determinados círculos acadêmicos e sociais. Independente de sua condição econômica.

Sou branco, minha esposa é branca, minha filha é branca. Minha família nunca foi dona de escravos, nunca tratou os negros como gente diferente, melhor ou pior, aí eu pergunto que dívida social é esta que temos que pagar se os negros se deixaram escravizar? Os índios não foram escravizados (alguém lembra disso?), por que não aceitaram a condição de escravos. Agora, somente pelo fato de ser brancos, estamos sendo discriminados por uma sociedade RACISTA que nos diz que os negros são uma raça melhor, que merece condições de disputa melhores com os demais candidatos de quaisquer concursos...

E amanhã? O que vai acontecer? Nós brancos, que não tivemos a SORTE de nascermos da raça certa, teremos que mudar o lado da rua em que estamos para que os seres de raça superior passem? Não poderemos entrar em restaurantes e outros estabelecimentos por que não temos a raça certa? Não poderemos matricular nossas crianças pois a raça branca não é aceita nesta ou noutra instituição? Que racismo é este em um país de mestiços.

E ainda dizem que nós brancos é que discriminamos os negros.
Nós brancos nos sentimos discriminados sim, por governos racistas que nos impôem cotas raciais e garantem que os que têm a cor certa é que tenham as melhores chances? Sim, pois se existe a cota para os negros, além de competirem entre si, eles ainda competem com os brancos por suas vagas, afinal, eles não são iguais, eles são melhores...

Nunca desrespeitei ninguém por causa de cor, credo, sexo, capacidade cerebral ou motora, diferenças assim não nos tornam superiores ou inferiores, tornam-nos apenas diferentes visões de uma mesma raça, afinal você conhece alguma outra RAÇA de humanos que não a homo-sapiens? A cor modifica a definição desta raça (homo-sapiens-negro-superioris ou homo-sapiens-branco-inferioris???)? Acho que não, logo, cotas para negros é algo racista e deveria ser visto como tal e deveria ser combatido ao invés de ser aprovada e aplaudida.

Não votarei mais em canditos que defendam inclusão étnica, cotas ou programas de inclusão racial de qualquer espécie. Por achar que este tipo de visão turva seja discriminatória e racista.

Desculpem o desabafo, mas este racismo velado e as avessas já está tomando dimensões insuportáveis e INCONSTITUCIONAIS afinal o trecho "todos são iguais perante a lei" hoje está sendo mostrado que na verdade é: Todos são iguais perante a lei, desde que não seja negro, pois estes são especiais e merecem facilidades..."

 Isto é revoltante.

 Lutar pela igualdade é incluir a TODOS.

Seja Livre, Use Linux - Seja um igual, independente de qualquer diferença.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Cuidado ao comprar um computador novo... Ele pode estar infectado!

Este é o tipo de notícia feita para evitar que alguém compre um micro bom e mais em conta, mas ao mesmo tempo é sim um alerta para quem compra estas máquinas em qualquer "lojinha" por aí.

REDMOND - Muito cuidado ao comprar o seu próximo computador, ele pode estar infestado com malwares. Pesquisa realizada pelo IDC, em parceria com Universidade Nacional de Singapura, aponta que até mesmo máquinas novas, vendidas em lojas, correm risco. De uma amostra de 203 PCs comprados em 11 países diferentes, 61% continham algum tipo de ameaça. No Brasil, o percentual foi de 47%, e no México, 100%. O prejuízo para os incautos consumidores é alto, com custo estimado em US$ 25 bilhões para este ano.

Os computadores não são de marcas conhecidas e foram adquiridos em lojas especializadas, excluindo as grandes redes de varejo. Cada máquina foi analisada com cinco antivírus e a principal ameaça encontrada foi o trojan (conhecido como cavalo de troia), presente em 61 das amostras, seguido pelo vírus, em 25, eadwares, em 14.

- Os trojans podem aumentar as infecções, porque eles fazem downloads automaticamente, sem que o usuário perceba – alerta Biplab Sikdar, professor da Universidade Nacional de Singapura e um dos autores do estudo.

Segundo o especialista, o problema reside nos softwares piratas. Mesmo em computadores novos, pode acontecer de a loja pegar um mesmo disco de instalação e usar em diferentes máquinas. No Brasil, esse tipo de procedimento é comum em pequenas lojas no Centro do Rio e na região da Santa Efigênia, em São Paulo.

DVDs piratas são ameaça
O estudo também analisou 50 DVDs de softwares piratas adquiridos em 10 países diferentes, sendo que 50% deles continham algum tipo de infecção. Dos cinco adquiridos no Brasil, dois estavam comprometidos. Um CD comprado na Ucrânia apresentava incríveis 73 ameaças, entre trojans, vírus e ferramentas hackers.
Também foram avaliados softwares obtidos via download em sites web ou peer-to-peer. De uma amostra de 500 programas baixados, 36% possuíam algum tipo de trojan ou adware, 28% atrapalhavam a performance da máquina e 80% continham algum cookie ou spyware.

Os riscos estão aumentando ao longo dos últimos anos devido à sofisticação da indústria de crimes cibernéticos. Hoje, é possível comprar um malware pela internet ou até mesmo alugar uma rede de computadores infectados, as botnets. O preço do kit do SpyEye, por exemplo, gira entre US$ 1 mil e US% 8,5 mil, e do Citadel, US$ 900. Os EUA e a Rússia são os dois países que lideram esse mercado negro.

- É uma indústria, com programadores especializados – afirma John Gantz, vice-presidente do IDC. - É difícil fazer uma estimativa, mas certamente este mercado movimenta bilhões de dólares por ano.

Para não ser alvo dessas ameaças, o consumidor deve se precaver, mas não é isso o que acontece. 

Segundo a pesquisa, 65% dos usuários pesquisados disseram comprar computadores fora das grandes redes varejistas e de marcas não conhecidas e 43% não atualizam seus sistemas de segurança com regularidade.

Apesar do comportamento pouco prudente, a segurança cibernética é uma grande preocupação. De um universo de 951 compradores pesquisados, 60% disseram temer a perda de dados ou informações pessoais, 51% temem transações bancárias não autorizadas e 50%, o sequestro de contas de e-mail e redes sociais.

- Os riscos são enormes para o consumidor. Eu me preocuparia – diz Gantz.
O custo para os consumidores causado pelas ameaças cibernéticas é estimado em US$ 24,8 bilhões para este ano, sendo US$ 14 bilhões com reparos de máquinas infectadas, US$ 6,2 bilhões com fraudes com informações pessoais e US$ 4,6 bilhões com gastos correlatos, como recuperação de dados e gastos com proteção.

Para os especialistas, a dica é prevenir. Ao comprar um computador novo, o consumidor deve buscar marcas conhecidas e priorizar as grandes redes varejistas, que podem garantir que os softwares instalados são originais. Ao ligar a máquina pela primeira vez, ele deve instalar todas as atualizações e conferir se as proteções, como antivírus e firewall, estão ativadas.

No mercado empresarial, a situação é mais grave. A estimativa é que as companhias irão gastar este ano US$ 491 bilhões por causa de malwares relacionados com softwares piratas, sendo US$ 127 bilhões lidando com problemas de segurança e US$ 364 bilhões com perdas de informações.
* O repórter viajou a convite da Microsoft.

 Notícia: Fonte - Extra OnLine

Quer soluções para isto? Ahá! Simples!
- Compre o seu micro novo SEM SISTEMA e instale uma distro Linux!
- Ou, se não tiver opção, compre seu computador apague aquele Ruindows pirata que vem nele e instale uma distro Linux!
- Se comprar um micro bacana, com Windows original, tudo direitinho e sem infecção... Não pense duas vezes!!!! Instale o Linux em boot duplo e deixe o Windows ali quietinho, sem vírus ou ameaças, audaciosamente estagnado... Até o dia que expirarem as licenças. Aí sim, você apaga ele e instala um Linux.

E seja Livre.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Postagens raras... Linux - Sinônimo de poucos problemas, estabilidade, liberdade...

Oi galera, 
Sei que ultimamente minhas postagens aqui no blog estão mais raras, mas vamos pensar um pouco?

Quanto criei o blog a idéia era de manter um lugar onde pudesse postar problemas e soluções que viessem de minhas experiências ao usar o Linux... Bem... É exatamente aí que os problemas aparecem. Quase não os tenho, logo poucos posts.

O Linux é um sistema tão completo e livre de erros que dificilmente problemas reais acontecem e, justamente por isso, fica difícil postar comentários e instruções sobre dificuldades quando elas não aparecem.

Mas, ok, não tem problema, hi hi (nem post - kkkkkk)

Vou começar a procurar alguma coisa legal pra postar, pode deixar, que dentro de pouco tempo algumas coisas novas vão aparecer aqui, ok?

Prometo.

Enquanto isso, faça como eu, não tenha problemas...

Seja Livre - Use Linux.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Doom, Heretic, Hexen... Tudo nativo e com gráficos renovados! Doomsday Engine!

Você tem saudades de jogar os clássicos Doom, Doom2, Heretic, Hexen? Tem dificuldades para rodar estes jogos em seu sistema sem emulação? Gostaria que tivessem renderização 3D? Seus problemas acabaram, baixe o Doomsday Engine e rode seus jogos favoritos com todos os recursos que os novos sistemas operacionais possuem!

Muito bom mesmo! Rodei em meu Linux e funcionou muito legal! Você que tem aquele outro sisteminha, não tenha medo, tem uma versão para suas grades também, viu.

Baixe do site: http://dengine.net/

Jogos do PS1 (playstation) no Ubuntu com dualshock

Novamente devo postar aqui um post de outro site, simplesmente por que é realmente interessante.

Este post pode ser encontrado no endereço abaixo e ensina a configurar o seu PC para rodar os jogos do Playstation que, em sua grande maioria, são muito bons.

Vale a pena conferir:  http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Jogos-de-PS1-no-GNULinux-com-Dualshock-3/

Seja livre use seus jogos favoritos do PS1 no Linux!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Impressões de um Usuário Linux ao usar o Windows 8.

Custei a ter que usar, mas como todo bom usuário Linux, a gente sempre dá uma mãozinha aos pobres usuários do "outro" sistema.

Como já conheço os Windows desde as primeiras versões me aventurei a instalar o LibreOffice no Notebook novo de uma amiga, logicamente não poderia cobrar nada, afinal, filosofia, estas coisas... Imaginei que o Windows 8 não fosse assim tão diferente, pelo menos no trato da interface com o usuário, enfim, não me enganei e pior até me decepcionei.

A primeira coisa que notei foi que o tempo de inicialização do sistema é muito similar ao do Windows 7 e nada de tão rápido assim como foi alardeado... E tem outra, cá para nós, que coisa horrorosa a nova identidade visual desta coisa!! Uma tela cor de abóbora desbotada com uma figurinha disforme como foto do usuário (já sei... dá pra mudar...) mas de qualquer forma a primeira impressão não é a que fica? Para mim, FEIO.

Aí entra a tal tela cheia de retângulos muito disposta a dispersar você do que é realmente importante... Mas aí pluguei a pen na USB e legal, funcionou. Ele entrou na "Área de Trabalho" que tem a mesma cara do Win7 só que sem o menu iniciar e funcionou como se espera de um Windows... Instalar, avançar... avançar... Finalizar... Simples e rápido, para o Windows. Aí comecei a ter problemas...

A área de trabalho estava lá, o software instalado e... Como eu volto para a tela inicial???? Não havia instruções, atalhos ou quaisquer indicações visuais claras de como usar o sistema, nem lembrei de usar a famigerada tecla Win... Mandei um alt+f4 e ele perguntou se eu queria desligar... Como tudo no Windows você tem que reiniciar, dei um Ok aí ele reiniciou. Durante o boot lembrei da tecla Win então, depois experimentei e lá estava a tela inicial... Então... Ah sim... A tela inicial é um mero menu Iniciar visto de uma forma menos inteligente e com mais poluição visual... Mas é o mesmo, apenas com um monte de lixo a mais, por isso, acho, tem tantas opções... tanto lixo.

Depois de começar a achar os ícones de configuração, compartilhamento (mesmo? até o sistema? Lógico que não...) é que realmente entendi o funcionamento do Windows 8. Eles tiraram o iniciar transformaram ele em uma grade (janela / grades... hum...) mais dinâmica, onde você pode acessar uma infinidade de itens absolutamente inúteis e o que é produtivo, ou seja programas e outros, também estão ali, mas um pouco mais escondido, por que ícones devem ser feios para a Microsoft que resolveu que retângulos de cores sem graça e informações sem sentido são mais bonitinhos e é o que o usuário quer... Se ele não quiser que se dane, ele tem mais é que aceitar mesmo...

Enfim, o que eu quero dizer é que a Microsoft mal alterou o sistema, tenho absoluta certeza de que a maior parte do sistema é a mesma do Win7, mas apenas com penduricalhos visuais inúteis substituindo o menu Iniciar de uma forma desajeitada e pouco prática. De resto, funciona normalmente como já funcionava no Win 7...

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Agora, se você quer ter liberdade de fazer o que você QUISER e não o que o seu sistema diz, então...
Seja Livre. Use Linux.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Software Livre na Educação? SIM!! E deveria ser obrigatório. Veja aqui o porquê.

Este post foi publicado pelo próprio Richard Stallman no site oficial do projeto GNU.
 
Existem razões gerais pelas quais todos os usuários de computador devem insistir em software livre: ele dá aos usuários a liberdade de controlar seus próprios computadores — com software proprietário, o computador faz o que o dono do software quer, não o que o usuário quer. O software livre também dá aos usuários a liberdade de cooperar uns com os outros e levar a vida com retidão. Essas razões se aplicam às escolas, assim como a qualquer pessoa. O propósito deste artigo é expor razões adicionais que se aplicam especificamente à educação.

Atividades educacionais (incluindo escolas) têm o dever de ensinar apenas software livre. Aqui estão os motivos.

Em primeiro lugar, o software livre pode poupar dinheiro às escolas. Ele proporciona às escolas, como a outros usuários, a liberdade de copiar e redistribuir o software; então, o sistema escolar pode fazer cópias para todos os computadores que possui. Em países pobres, isso pode ajudar a acabar com a exclusão digital.
Essa razão óbvia, embora importante em termos práticos, é um tanto superficial. Desenvolvedores de software proprietário podem eliminá-la ao doar cópias às escolas. (Aviso: uma escola que aceita tal oferta pode ter que pagar para atualizar o software mais tarde.) Então vejamos as razões mais profundas.

Escolas têm uma missão social: ensinar seus alunos a serem cidadãos de uma sociedade forte, capaz, independente, cooperativa e livre. Elas devem promover o uso de software livre, do mesmo modo como promovem a reciclagem. Se as escolas ensinarem software livre, os alunos tenderão a usá-lo depois de se graduar. Isso ajudará a sociedade como um todo a escapar do domínio (e abuso) das megacorporações.
O que as escolas devem se recusar a ensinar é a dependência. Essas corporações oferecem amostras grátis a escolas pela mesma razão que algumas companhias de tabaco distribuem cigarros grátis a menores: para que as crianças se viciem(1) . Eles não darão descontos a esses estudantes quando adultos e graduados.

O software livre permite aos estudantes que aprendam como o software funciona. Alguns estudantes, quando chegam à adolescência, querem aprender tudo o que podem sobre computadores e software. Têm uma curiosidade intensa de ler o código fonte dos programas que eles usam todos os dias. Para aprender a escrever bom código, os estudantes precisam ler e escrever muito código. Eles precisam ler e entender programas reais e que as pessoas de fato usem. Somente o software livre permite isso.

O software proprietário rejeita a sede de conhecimento dos estudantes. Ele diz: “O conhecimento que você deseja é secreto — aprender é proibido!” O software livre encoraja todos a aprender. A comunidade do software livre rejeita o “sacerdócio da tecnologia”, que mantém o público geral ignorante de como a tecnologia funciona; nós encorajamos estudantes de qualquer idade e situação a ler o código fonte e aprender tanto quanto eles queiram aprender. Escolas que usam software livre permitirão que estudantes com um dom para programar avancem.

A razão mais profunda para se utilizar software livre nas escolas é a educação moral. Nós esperamos que as escolas ensinem aos alunos fatos básicos e habilidades úteis, mas seu trabalho não se limita a isso. O trabalho mais fundamental das escolas é ensinar como ser um bom cidadão, o que inclui o hábito de ajudar uns aos outros. Na área da computação, isso significa ensinar as pessoas a compartilhar software. Escolas, começando pelo berçário, devem ensinar a seus pupilos que “se você traz software para a escola, você deve compartilhá-lo com seus colegas. E você deve mostrar o código fonte à turma, caso alguém queira aprender.”

Naturalmente, a escola deve praticar aquilo que prega: todo software instalado pela escola deve estar disponível para que os estudantes copiem, levem para casa e passem para frente.

Ensinar os estudantes a usar software livre e a participar na comunidade do software livre é uma lição cívica levada à prática. Isso também ensina aos alunos a se espelhar no serviço público ao invés de nos magnatas. Todos os níveis da educação devem usar software livre.

  1. Em 2002, a companhia de tabaco RJ Reynolds foi multada em 15 milhões de dólares por distribuir amostras grátis de cigarros em eventos frequentados por crianças. Veja http://www.bbc.co.uk/worldservice/sci_tech/features/health/tobaccotrial/usa.htm.

 (Richard Stallman - Projeto GNU)