sábado, 30 de abril de 2011

Unity - Ubuntu - Instalação da Nova Interface.

Há poucos dias foi anunciado o lançamento do novo Ubuntu 11.04 cuja interface agora abandona a tradicional do Gnome2 e passa a se utilizar do Unity, mais avançada e que já vinha sendo utilizada om sucesso na versão Netbook.

Esta versão é claramente melhor adaptada à tendência dos monitores Widescreen e, parece ser até mesmo mais útil e bonita do que a versão anterior da interface dos sistemas Ubuntu.

Ela se utiliza do framework do Gnome, o que mantém os belos efeitos especiais da interface que já viraram um hábito principalmente para os usuários adolescentes (É fofo! Como diz minha filha ;)

Para os usuários de versões anteriores, logicamente bastam alguns comandos e pronto, a interface estará disponível. Mas é bom atentar que ela pode ter algumas incompatibilidades com alguns chipsets menos compatíveis.

Veja a dica ao lado ou clique aqui.

Portanto Boa Sorte!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Críticas, eu?!

Algumas pessoas dizem que eu sou crítico demais com o Windows por vários motivos, tais como: sua patética falta de
segurança, a sua desorganização generalizada de onde estão os arquivos, sua instabilidade, sua interface
infantilóide, os travamentos, as mensagens de erro cada vez mais presentes, enfim, as dezenas (ou seriam centenas de
motivos) que me levaram a escolher o mundo GNU/Linux como sistema operacional, mas as críticas que faço vem com conhecimento
de causa.

Como muitos de minha época, comecei no basic básico TRS/80, aprendi a usar os primeiros arremedos de computadores, fita
cassete, disquetes... Depois fui aprendendo ASSEMBLY (hardcore, eu sei... Principalmente para um moleque de 14 ou 15 anos),
e minhas primeiras compilações. Conheci o mudo do SO-08 que, pasmem, era um clone NACIONAL das primeiras versões do MS-DOS
e fui apresentado às centenas de definições da linguagem COBOL (confesso... Não me lembro de mais nada... Muuuuito tempo.)
Como todo mortal, comecei a aprender que existiam os pacotes de escritório tipo Gercalc, Gerarq, Gertexto (tempos de bytes
lascados...) depois os famosíssimos Dbase III Plus, Wordstar, Lotus 123.

Nesta época eu me encontrava no início de meu segundo-grau o que me fez dar uma paradinha nas coisas de nerd...
Em algum momento desta época, procurei uma reciclagem e fui fazer um curso de MS-DOS, descobri que eu sabia tudo, tudinho
mesmo, graças ao finado SO-08 e que as únicas coisas as quais eu aprendi de novo foram os comandos md ou mkdir, cd e
rd ou rmdir (algum de vocês tem dúvidas para que serviam? É... Nem eu.) Criação, navegação e exlusão de DIRETÓRIOS, não
pastas como dizem hoje em dia.

Até então, tudo funcionava e os professores de cursos e os profissionais diziam que os nossos erros de programas deveriam
ser corrigidos antes que alguém utilizasse o programa, afinal devia ser uma coisa limpa.

Aí eis que surge o Windows em minha vida... Comecei a trabalhar e comprei um microcomputador IBM PS/1, 486sx 33mhz que,
sinceramente foi um dos melhores computadores que eu já usei (guardadas as devidas proporções) que vinha com o Windows 3.11
instalado e funcionando perfeitamente (tudo pré-programado pela IBM, claro).

No trabalho, também comecei a utilizar o Windows, tudo ia bem, mas de vez em quando travava, eu achava estranho, mas as
pessoas diziam que aquilo era normal e que bastava a combinação de teclas CTRL+ALT+DEL que ele reiniciava e tudo ficava
bem.

Logo, nos primeiros anos de uso, ficou claro que não era bem assim, as versões iam se multiplicando e os problemas
continuavam, os problemas com vírus, antes ocasionais, tornaram-se muito frequentes até se tornarem uma ameaça constante.
Rede era algo raro, mas já tinhamos acesso a um servidor e a experiência do Windows era no máximo razoável.

Ou seja, daí pra cá, já se passaram pelo menos um 17 anos, neste meio tempo aprendi a programar em Clipper e depois em
Delphi, linguagens muito boas e completas para os seus fins, e o Windows, continuava apresentando graves problemas, dia
após dia, travamento após travamento.

Não, não sou um usuário noob do Windows, aprendi sozinho a configurar desde uma simples placa de som até os mais avançados
recursos disponíveis para ele nas suas mais avançadas versões.

Mas o Windows não andava mais só, no mundo dos sistemas, um tal de Linux apareceu e eu me dei ao luxo de assinar a primeira
safra de revistas (Revista do Linux) do seu início até o seu último número, andei instalando o sistema, mas na época não
tinha um hardmodem o que tornava o Linux completamente off-line, mas mesmo assim experimentei um pouco do gostinho. E era
bom... Só vi aquele visual quando lançaram o Windows 95, alguns anos depois...

Disse tudo isso para mostrar a todos que eu fui e ainda sou (sick!) usuário do mundo Windows e, depois de um ecatome que
me forçou a procurar um sistema para um HD de apenas 20GB (atual!!!) estou feliz e contente com o Linux (em casa) e posso
criticar sim e com muita experiência, a IMENSA PORCARIA que sempre foi o Windows, em contraste absoluto com o Pinguim.

O qual não largo NUNCA MAIS!!!!

sábado, 23 de abril de 2011

Agendando tarefas e utilizando o CRONTAB.

Em meu último post falei de backups, as cópias de segurança que devem ser feitas regularmente, mas disse também que este tipo de tarefa além de massante pode simplesmente ser esquecida e que o resultado deste esquecimento pode ser a perda de informações importantes para você, para um cliente ou para a empresa que você trabalha.
Não podemos, realmente deixar este assunto sem falar em agendamento de tarefas que nada mais é do que os computadores fazerem os backups automaticamente e assim nos deixam tempo e recursos livres para outros assuntos mais importantes.
Para isto, existem dezenas de programas no Windows que podem operar maravilhas se ficarem ali torrando memória eternamente e comendo recursos somente para que você não perca os seus arquivos e suas informações.
No Linux, temos uma ferramenta elegante que se encarrega de executar estes agendamentos se utilizando de pouquíssimos recursos e que é distribuído em praticamente todas as Distros disponíveis por aí. Estamos então falando do CRON e seu "agendador" o CRONTAB.
Novamente, buscamos as informações mais completas e instruções mais simples e você pode encontrar nas dicas disponíveis à direita no site, ou clicando aqui.

Novamente o autor do texto foi Hugo Cisneiros. Bom proveito a todos.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Backups... Cópias de Extrema Segurança!

Backup - Sua vida depende deles!Ih!! Perdi todos os meus dados!!!
Quem nunca perdeu dados quando um computador pifou?
Praticamente todos nós já demos este mole um dia, não é mesmo? Eu mesmo a muito pouco tempo já tive esta experiência desagradável (e vou ter de novo se não fizer meus backups hoje ainda!!!).
Mas sempre há alternativas seguras de se fazer backup e digo mais, muitas vezes, fazer com que o computador faça isto sozinho e a gente simplesmente se esqueça desta tarefa chata, repetitiva, aparentemente sem sentido (a gente sempre pensa que nunca vai acontecer nada...), seja no Windows com um programinha simples e muitíssimo eficiente como o SecondCopy(e olhe que minha cópia é original de 1997 e continua funcionando perfeitamente no trabalho, já tendo me salvado inúmeras vezes das inconstâncias do Windows), seja no GNU/Linux que venho desvendando há pouco tempo mas que tem me encantado com sua segurança, estabilidade e ferramentas administrativas.
Tudo o que os usuários Windows tem de dificuldades no mundo GNU/Linux temos de soluções. Desde backups automáticos utilizando o cron (que eu ainda simplesmente não domino - Questão de tempo, viu... :p ) até mesmo se utilizando de scripts muito bem ou mesmo ferramentas voltadas unicamente para isto.
Backups em redeNos links ao lado, você poderá encontrar algumas destas dicas importantíssimas, principalmente no tocante a backups de bancos de dados, afinal, o que é mais importante nos computadores não é o software em si, mas as informações vitais armazenadas em aparelhos que podem simplesmente e de uma hora para outra deixar você na mão. Ali você encontrará desde instruções de Scripts de backups e restores utilizando ShellScript e comandos internos do MySQL neste sentido até backups de seus dados pessoais em servidores FTP. Enfim algumas dicas importantes para a sobrevivência de suas informações de acidentes, senão... Vai que?... Né?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Remexendo coisa séria... MENU DO GRUB 2

Há pouco tempo andei postando aqui comentários sobre o Grub Customizer, que é usado para justamente editar o Menu do Grub 2, porém, o ideal é fazer a coisa sem aplicações gráficas que acabam por nos deixarem mais preguiçosos e emburrecidos (vide usuários do Windows) devido à sua facilidade de uso e assim partir para ver como o sistema funciona "de verdade".

Para tanto, busquei a informação em sites e manuais e encontrei uma descrição quase completa de como realmente customizar o menu do Grub 2, que fique bem claro que boa parte do texto não é de minha autoria, mas sim, tem algumas partes importantes que foram por mim adicionadas, depois de uma experimentação devidamente registrada e controlada.

Então, mãos à obra:

A partir da versão do Ubuntu Linux Karmic Koala, uma das novidades o Grub 2.

Essa versão do Grub adicionou uma série de scripts para reconhecimento mais rápido e amplo de partições e sistemas operacionais, entretanto, sua customização é bem diferente daquilo que ocorria na antiga versão.

Nas versões antigas do Grub, a remoção do memtest (alguém já usou??) e do recovery mode podia ser feita através da edição do arquivo "menu.lst", bastando simplesmente apagar ou comentar as linhas referentes às entradas desnecessárias.

Todavia, esse arquivo não está presente no Grub 2, e, em seu lugar, encontramos o grub.cfg, o arquivo de configuração do menu.

O problema inicial encontra-se no fato do grub.cfg ser gerado automaticamente e ter permissão de "somente leitura", o que impede a sua edição direta (mesmo como root). A solução nesse caso, seria a mudança nas permissões para que o arquivo pudesse ser editado e salvo, assim como era feito com o grub antigo e mesmo assim seria imprudente fazê-lo visto que o arquivo seria sobrescrito a partir do primeiro update, mesmo assim pode ser feito, levando-se em conta esta característica.

Antes de falar sobre a edição direta desse arquivo, vamos falar sobre outro meio de realizar a tarefa proposta no título. O que, entretanto, é o método correto.

Vale lembrar que as principais alterações do grub2 devem ser feitas no arquivo /etc/default/grub


Removendo o memtest:

A inclusão do memtest é feita a partir do script /etc/grub.d/20_memtest86+. Para evitar que o memtest entre no menu do grub em todas as atualizações do kernel, basta mudar as permissões do referido script com o seguinte comando:

    $ sudo chmod -x /etc/grub.d/20_memtest86+

O script continuará lá, mas não será mais incluso no menu do grub.
Removendo o Recovery mode:


Também não costumo usar o recovery mode, por isso, sempre o removo do meu menu.

No caso do grub 2, devemos editar o arquivo /etc/default/grub:

    $ sudo gedit /etc/default/grub

E descomentar a seguinte linha (basta remover o "#" da frente):

    GRUB_DISABLE_LINUX_RECOVERY=true

Feito isso, basta salvar o arquivo.

Gerando o novo menu:

Com todas as alterações feitas, basta gerar o novo grub.cfg usando o seguinte comando no terminal:

    $ sudo update-grub

Isso rodará o script que, por sua vez, irá gerar o novo grub.cfg sem o memtest ou o recovery mode.
Editando ao modo antigo (só use se souber o que está fazendo):


Editando o grub.cfg

Se você quer ir direto ao ponto, da mesma forma que fazia no antigo grub, excluindo ou comentando o que não lhe servia, basta alterar a permissão do arquivo grub.cfg de "apenas leitura" para "leitura e escrita" com o comando:

    $ sudo chmod +w /boot/grub/grub.cfg

Com isso o arquivo /boot/grub/grub.cfg poderá ser editado e as entradas desnecessárias poderão ser apagadas ou comentadas da mesma forma que era feito no antigo grub.

Mas lembre-se: só use esse método se souber o que pode ou não ser apagado/comentado, caso contrário o sistema pode não iniciar corretamente.


Excluindo versões antigas do Kernel  ((( CUIDADO! )))

O grub2 monta o menu a partir das versões de Kernel que se encontram no diretório /boot, assim, ele vai listar no menu todas as entradas que encontrar, com o tempo o menu vai ficando cada vez mais extenso, para resolver isso é bem simples, mas ao mesmo tempo é muito perigoso, visto que se o arquivo errado for excluído você fica SEM O KERNEL(!!!) e não irá iniciar.

Sempre usando o "sudo" siga os passos abaixo:
  1. Vá até o diretório /boot e crie um diretório do tipo /antigos para armazenar os arquivos dos kernels antigos.

  2. Veja que existem grupos de arquivos mais ou menos assim (usando apenas o ls geramos a lista):
        abi-2.6.32-24-generic         System.map-2.6.32-24-generic
        abi-2.6.32-25-generic         System.map-2.6.32-25-generic
        abi-2.6.32-26-generic         System.map-2.6.32-26-generic
        abi-2.6.32-27-generic         System.map-2.6.32-27-generic
        abi-2.6.32-28-generic         System.map-2.6.32-28-generic
        abi-2.6.32-29-generic         System.map-2.6.32-29-generic
        abi-2.6.32-30-generic         System.map-2.6.32-30-generic
        abi-2.6.32-31-generic         System.map-2.6.32-31-generic
        config-2.6.32-24-generic      vmcoreinfo-2.6.32-24-generic
        config-2.6.32-25-generic      vmcoreinfo-2.6.32-25-generic
        config-2.6.32-26-generic      vmcoreinfo-2.6.32-26-generic
        config-2.6.32-27-generic      vmcoreinfo-2.6.32-27-generic
        config-2.6.32-28-generic      vmcoreinfo-2.6.32-28-generic
        config-2.6.32-29-generic      vmcoreinfo-2.6.32-29-generic
        config-2.6.32-30-generic      vmcoreinfo-2.6.32-30-generic
        config-2.6.32-31-generic      vmcoreinfo-2.6.32-31-generic
        initrd.img-2.6.32-24-generic  vmlinuz-2.6.32-24-generic
        initrd.img-2.6.32-25-generic  vmlinuz-2.6.32-25-generic
        initrd.img-2.6.32-26-generic  vmlinuz-2.6.32-26-generic
        initrd.img-2.6.32-27-generic  vmlinuz-2.6.32-27-generic
        initrd.img-2.6.32-28-generic  vmlinuz-2.6.32-28-generic
        initrd.img-2.6.32-29-generic  vmlinuz-2.6.32-29-generic
        initrd.img-2.6.32-30-generic  vmlinuz-2.6.32-30-generic
        initrd.img-2.6.32-31-generic  vmlinuz-2.6.32-31-generic
  3. Mova todos os arquivos para a pasta /antigos, criada deixando apenas os da última versão que gerará uma listagem parecida com esta:

        abi-2.6.32-31-generic         System.map-2.6.32-31-generic
        config-2.6.32-31-generic      vmcoreinfo-2.6.32-31-generic
        initrd.img-2.6.32-31-generic  vmlinuz-2.6.32-31-generic

  4. Faça o update do grub:

        $ sudo update-grub

  5. Pronto, ele agora vai gerar um menu limpo e com apenas a última versão do Kernel.



Mais informações sobre a adição do grub 2 podem ser encontradas no seguinte site (em inglês):

https://wiki.ubuntu.com/Grub2

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Linha de comando - Shell

Shell ScriptO uso do teclado por mais que seja combatido e execrado em alguns sistemas operacionais, é uma realidade poderosa no Linux, claro que usuários iniciantes (como eu...) às vezes se enrolam com as sintaxes dos comandos e suas peculiaridades, mas com o tempo, a gente passa a ter um pouco mais de controle e aprende que a administração do computador pode ser muito precisa e rápida, além de segura. Por isso, selecionei uma série de boas dicas que encontrei literalmente pulverizadas pela internet... Um dia destes li que o "google é seu amigo" em um fórum linux, e sim, o sujeito tem razão a partir do google é possível acessar centenas de informações úteis e resoluções de problemas dos mais diversos.
As dicas como sempre estão à direita do site. Aproveitem, vale a pena dar uma olhada com mais atenção, principalmente nas que falam sobre backup automático. Mais para frente pretendo postar um pequeno guia sobre o cron, mas vai ficar para depois.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Quem precisa de um modo visual...

Quando a gente fala de navegar na internet o que vem logo em mente e um Firefox, um Safari (Mac) e mesmo o Internet Explorer ($$$), mas que tal navegar na velocidade do modo texto.

Acreditem, estou enviando este post utilizando o Links um excelente browser completamente em modo texto...

Que tal experimentar?
Use o comando:
apt-get install links

E depois aventure-se pelo mundo do Modo texto.
De bate-pronto, pode assustar um pouco, mas com um pouco de tempo logo se pega a manha da coisa.

Experimente!